Nictofobia é um transtorno de ansiedade caracterizado por medo intenso e persistente da escuridão. A palavra é derivada do grego nyx, que significa “noite” e phobos, que significa “medo”. O medo das trevas pode afetar as atividades diárias de uma pessoa, pois ela evita ou se sente incapaz de estar em qualquer lugar escuro e/ou quieto. A nictofobia geralmente ocorre com outros transtornos de ansiedade, como fobia social, ataques de pânico ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Os sintomas da nictofobia incluem: taquicardia, sudorese excessiva, tremores, aperto no peito, dificuldade para respirar e vertigem. A pessoa com esse transtorno também pode experimentar medos irracionais sobre as coisas que podem acontecer na escuridão. Por exemplo, eles podem temer que algo ruim esteja à espreita na escuridão ou que estejam sendo perseguidos enquanto estão em um lugar escuro.
A causa exata da nictofobia ainda é desconhecida. No entanto, os pesquisadores acreditam que isso geralmente é causado por uma combinação de fatores biológicos e ambientais. Esses fatores incluem experiências traumáticas na infância relacionadas à escuridão ou eventos assustadores ocorridos durante a noite. Além disso, algumas teorias sugerem que alguns indivíduos herdaram a predisposição para desenvolver essa condição a partir dos pais.
O tratamento da nictofobia geralmente envolve terapia comportamental cognitiva (TCC) para ensinar técnicas de enfrentamento para lidar com seus medos intensos da escuridão. Também podem ser usados medicamentos antidepressivos e ansiolíticos para controlar os sintomas físicos associados à ansiedade. O uso de luz artificial em casa também pode ser útil para ajudar a diminuir os sentimentos de ansiedade relacionados à escuridão.

