A alternância é um processo político pelo qual os governos alternam entre diferentes partidos, coalizões ou lideranças. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 e aplicado às democracias, embora também possa ser visto em outros sistemas políticos. A alternância é considerada um elemento-chave para a estabilidade democrática, pois permite que haja uma renovação no poder e impede que um único grupo domine por muito tempo.
A alternância geralmente requer que todas as partes envolvidas aceitem os resultados eleitorais e trabalhem juntas para garantir a transição pacífica do governo. O processo também fornece uma forma de limitar a corrupção e o abuso de poder, pois os líderes sabem que seus atos serão avaliados quando chegar o momento de serem substituídos.
Além disso, a alternância promove uma maior diversidade nos governos, pois permite que novas ideias e perspectivas entrem na arena política. Isso leva à inovação, melhoria da qualidade dos serviços e benefícios para toda a população.
Por fim, a alternância dá voz e legitimidade às minorias políticas, permitindo que elas tenham representação equitativa no governo. Isso impede que um único grupo monopolize o poder, garantindo assim que todos os cidadãos sejam representados democraticamente.

